quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Corda Classic e a Melhor

Corda importada, fabricada 100% nylon, para laço em dupla. Esta corda ao longo dos anos permaneceu e se tornou um classico entre os profissionais. De fato, o clássico da palavra sugere um significado durável, valor reconhecido, no Ranking o mais elevado. Claramente, o ouro clássico vive em seu proprio nome. Começou ai, a primeira corda fabricada pela Classic Rope, ganhando sua reputação clássica e até hoje à lenda sobrevive. Assim, se você quiser uma corda com aquela rápidez e a sensação lisa e maçia de três tentos, começe com a Gold.Você não vai precisar fazer mais nada para melhorar!

Goyazes a bota do campeão


A Goyazes é uma indústria comprometida com as leis ambientais, tendo como regra bem definida a fundamental proteção da flora e da fauna brasileira.
Um de nossos diferenciais é trabalhar somente com couros exóticos legítimos, perfil prioritário desde a primeira bota produzida em nossa empresa.
Focando sempre em trazer inovações para os produtos mas nunca esquecer o real valor do primeiro par que calçou nossos avós, e trazer na essência as lembranças de histórias, que são as que ficam…acreditamos ser a melhor forma para que nossa equipe entenda que seremos lembrados pelo que fazemos!!
Estamos prontos para resolver qualquer problema que possa aparecer em nossos processos e encarar de frente todos os desafios, nos qualificando sempre para nunca perdermos nosso foco que prima pela honestidade, a Fé em Deus é a força do Trabalho.
Temos 23 anos de experiência na industrialização de calçados e nos propomos a mais no mínimo 23 futuros anos de muito prazer em trabalhar.
Junte-se a nós!!
GOYAZES   "A BOTA DO CAMPEÃO"      

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Como alimentar seu cavalo


Alimentação e Nutrição

Para alimentar cavalos é necessário não só ciência como também arte pois para além do conhecimento das necessidades nutritivas do cavalo é também necessário dar-lhe a alimentação mais adequada ao seu carácter individual. O aparelho digestivo destes animais adaptou-se a comer pouco de cada vez mas muitas vezes devido a que no seu estado selvagem os cavalos costumavam andar livremente, pastando e bebendo constantemente, podendo assim escolher as plantas que encontravam.
Nos dias de hoje, a alimentação do cavalo está completamente alterada. Isto deve-se à sua progressiva domesticação e ao tipo de esforço físico a que estão sujeitos. A sua dieta é agora muito mais controlada e existe um leque muito vasto de alimentos disponíveis comercialmente.

O Aparelho Digestivo do Cavalo:
Mesmo sofrendo uma alteração muito significativa na alimentação, o aparelho digestivo do cavalo mantém-se praticamente igual ao dos seus antepassados.
Após os dentes da frente e os lábios seleccionarem a comida e apanharem a comida esta é moída pelos dentes de trás, iniciando-se nesse momento a digestão. Em seguida, a comida é engolida, passa pelo esófago e entra no estômago – tem uma capacidade de cerca de 8 litros e tem um bom funcionamento se cheio até dois terços. Do estômago a comida passe para o intestino delgado, o colón largo e curto e o recto. O intestino delgado do cavalo é estreito e mede cerca de 2 metros de comprimento e é onde são decompostos e absorvidos os açúcares, as proteínas e as gorduras. No intestino grossos são digeridas as fibras – principal fonte de energia por intermédio de bactérias e micróbios que as fermentam.
Estes microrganismos podem causar problemas caso seja feita uma mudança brusca na dieta pois como a população microbiana se vai adaptando em função desta, dar-se o caso da população presente não ser indicada.


Nutrientes essenciais:
Para que o cavalo tenha uma dieta bem equilibrada é essencial que contenha todos os elementos seguintes:
 Água
A necessidade de água de um cavalo depende da temperatura, da quantidade de exercício, da sua alimentação e da sua idade. Um jovem cavalo tem na sua constituição cerca de 80% de água enquanto que num cavalo adulto esta percentagem está entre os 50% e os 60%.
 Hidratos de Carbono
Estão presentes no amido (é encontrado nos cereais), nos açúcares (presentes em todos os alimentos, principalmente nos melaços e na erva fresca) e em certos componentes das fibras.
Óleos e Gorduras
Os óleos estão presentes em pequenas quantidades na maioria dos alimentos comerciais e é geralmente acrescentado à dieta do cavalo sobre a forma de óleo vegetal. Estes contém duas vezes e meia mais energia do que os hidratos de carbono, sendo assim fontes de energia concentrada.
Fibras
Encontram-se em todos os alimentos principalmente na erva no feno e na palha e são um elemento muito importante na dieta do cavalo.
Proteínas
Ao serem decompostas dão origem aos aminoácidos que são utilizados no crescimento, na gravidez, na produção de leite e na reparação de tecidos.
Minerais
O equilíbrio de minerais mais importante é o do cálcio e do fósforo, com uma relação de cerca de uma parte e meia de cálcio para uma parte de fósforo. O magnésio, o sódio, o cloro e o potássio são outros dos minerais principais enquanto que o cobre, o ferro, o manganês, o selénio e o zinco são minerais secundários.
Vitaminas
As vitaminas principais são A, D, E, K e o grupo B. Ajudam a controlar as reacções químicas e bastam pequenas quantidades para manter a saúde. Alimentos como o feno são pobres em vitaminas enquanto que a erva e os alimentos verdes são boas fontes deste elemento.

As regras da boa alimentação:
Tendo em conta os hábitos alimentares naturais do cavalo e a fim de servir o seu aparelho digestivo podem estabelecer-se as seguintes regras:
  • Tenha sempre ao alcance do cavalo água limpa e fresca;
  • Dê ao cavalo pelo menos 2 refeições por dia se estiver em trabalho leve ou médio e 3 ou 4 se tiver um esquema de trabalho completo, de modo a que coma pouco de cada vez mas muitas vezes;
  • Baseie-se no peso da comida e não no seu volume – pese a amostra da comida e saiba sempre quanto é que dá a comer ao seu cavalo;
  • Alimente o cavalo tendo em conta o seu peso e registe todas as mudanças, devendo consultar o veterinário se estiver preocupado com a dieta;
  • Aumente o tipo de alimentos e a sua quantidade caso ache que a carga de trabalho imposta ao cavalo assim o justifique;
  • Não utilize nunca rações moles ou poeirentas mas sim alimentos de alta qualidade;
  • Não faça alterações bruscas na dieta, de modo a evitar problemas digestivos;
  • Dê ao cavalo cerca de 2 ou 3 horas de descanso a seguir a uma refeição e só o alimente 1 hora após terminado o trabalho;
  • Obedeça a hábitos horários nas refeições;
  • A alimentação do cavalo dever ter pelo menos 50% de fibras;

O que deve dar ao cavalo:
Com fim a manter a energia necessária ao trabalho e o bem estar físico a dieta do cavalo deve ser composta dos seguintes componentes: 
Forragem
Este deve ser o principal constituinte da dieta, quer sejam ervas ou forragens conservadas (feno, substitutos do feno e silagem).
Cereais
Os cereais mais utilizados são o milho, a cevada e a aveia e são administrados moídos, floculados ou micronizados (cozidos) aumentando a sua digestibilidade.
 Fibras
Encontra-se na parte fibrosa da casca dos grãos de milho e é ainda utilizada para aumentar o volume das rações.
Beterraba
É utilizado o subproduto após a extracção do açúcar. Deve ser molhado pois caso contrário pode provocar problemas digestivos ao cavalo. 
Rações compostas
É um alimento muito completo e equilibrado fornecendo o valor de proteínas, fibras, vitaminas e minerais necessárias ao cavalo. É apenas necessário adicionar à dieta forragem e água.
Guloseimas
Para aumentar o volume da ração e para torná-la mais apetitosa adiciona-se alimentos como cenouras ou maças.

Problemas relacionados com a alimentação:
Uma alimentação incorrecta ou modificações bruscas na dieta do cavalo podem levar a graves complicações. Deve consultar imediatamente um veterinário caso suspeite de algo.
Cólicas
Um dos sintomas destas dores abdominais é o cavalo insistir em estar  deitado e rebolar-se sistematicamente. Isto deve ser contrariado mantendo-o em pé e em movimento (a passo para evitar um estrangulamento do intestino.
As cólicas podem ter como causa:
  • Acesso do cavalo à água quando se encontra sobreaquecido;
  • Vício de engolir ar;
  • Ingestão de areia;
  • Alimentos húmidos ou molhados;
  • Comer sofregamente e não mastigar antes de engolir;
  • O intestino dobrado;
  • Mudança repentina na dieta.
Laminite
É também conhecida como aguamento e são vitimas desta doença cavalos que comem em demasia, principalmente alimentos com muitas proteínas, pode ser causada por:
  • Pancada ou concussão;
  • Situação de grande stress;
  • Sobre-alimentação;
  • Gravidez (relacionado com a inflamação do útero.
Azotúria
Tem como causas:
  • Desequilíbrio mineral;
  • Alterações hormonais;
  • Sobre-alimentação de cereais em cavalos em descanso

Regras do esporte Team Roping

Seu surgimento se deu em terras de gado americano, não era popularmente usado como esporte, e seu intuito era em auxiliar a lida e o dia-a-dia dos cowboys. A prova é em dupla de cavaleiros e seus respectivos cavalos que imobilizam um novilho com uma laçada na cabeça do animal e a outra nas patas traseiras, no menor tempo possível. A prova ocorre em arena com solo de areia e bretes. O laçador que ocupa o lado esquerdo do brete é chamado cabeceiro, pois é ele que deve laçar a cabeça do novilho, e o competidor do lado direito tem que laçar as patas traseiras, portanto é o peseiro.O cabeceiro, após posicionar-se, pede licença ao peseiro e dá o sinal para que soltem o novilho. Existe um tempo limite de 60 segundos para o competidor entrar no brete e pedir o boi, após ter sido chamado pelo locutor e a pista liberada, ao sair do brete, o boi automaticamente desarma a barreira que é representada por uma corda ou que ativa uma fotocélula. Os laçadores só devem partir após esse momento, quando é acionado o cronômetro. Quando um competidor estiver inscrito em outras modalidades ou ser treinador de animais inscritos em outras modalidades ou esteiro, na etapa, ele terá direito de remanejar sua ordem de entrada na pista, desde que informe à mesa logo após o sorteio e antes do início da prova. Dentro do prazo de 60 segundos, o competidor tem direito de lançar três cordas, não sendo permitido refazer a laçada, ou seja, terá que levar a segunda corda consigo. A terceira laçada poderá ser do cabeceiro ou peseiro, sendo duas do cabeceiro e uma do peseiro ou uma do cabeceiro e duas do peseiro.

Qual a finalidade do brete?

É um corredor onde o boi é mantido até que recebe o sinal, então partido em disparada para dar inicio a prova. Ele deve ter largura de 60cm a 80cm, a menos que seja aprovado o contrario pelo representante oficial do evento e o Comitê de Rodeios da FNRC.

Qual é a utilidade da barreira?

É o local da largada onde sai os dois competidores em direção ao novilho. Ela deve ter de 60% a 75% do comprimento do boxe de partida do cabeceiro de acordo com o tamanho da pista e a barreira do peseiro deve ter 60% do tamanho do cabeceiro. Poderá ter alteração mediante aprovação do representante oficial do evento e pelo Comitê de Rodeio Cronometrado da FNRC. Em caso de falha de barreira, se o juiz achar que o competidor foi prejudicado, tem o direito de uma nova corrida no mesmo boi, desde que se declare imediatamente. Se apesar da falha da barreira a bandeira funcionar corretamente, o competido receberá o tempo. A penalidade da barreira só se aplicará caso no julgamento do juiz o competidor realmente tenha quebrado a barreira. 

O que é a expressão "Boi que nega"?

A expressão que dizer, quando o competidor pedir o boi e este brecar ou negar depois que sair do brete, ele terá direito a outro boi, desde que o cabeceiro ou peseiro não tenha arrebentado a barreira antes de uma distância de 100% a mais do tamanho da barreira e nem tenham jogado a corda.
Quando é válida a laçada?

O juiz de pista deverá baixar a bandeira quando o boi for laçado pela cabeça e pés, e quando ambos os cavaleiros estiverem de frente para o boi em linha, com o laço esticado e enrolado no pito da sela. O boi deverá estar de pé para ser laçado.

Como é válida "Laçada de Pé" e "Laçada de Cabeça?"?

Laçada de Pé - Antes que a Laçada do peseiro possa ser arremessada, o boi deve estar em movimento, ter tido sua trajetória modificada pelo cabeceiro, o qual deve estar em controle do boi e o laço do cabeceiro deve estar enrolado, completando uma volta no pito da sela. A laçada de pé somente é valida quando o juiz de pista abaixar a bandeira e a corda estiver em um ou dois pés do boi e atrás da paleta. Mesmo com a bandeira do juiz abaixada e a laçada cerrada, é resguardado ao juiz o direito de invalidar a laçada, caso este constate alguma irregularidade.
Laçada de Cabeça - Haverá somente três laçadas válidas de cabeça: em torno de ambos os chofres; na metade da cabeça ("meia-cara"); em torno do pescoço.

Quais são os tipos de Penalidades?

Poderá o cabeceiro laçar o novilho pelo pescoço, chifre, ou meia cara (pescoço e um dos chifres). Assim que o boi já laçado, é puxado e mudado de rumo pelo laçador de cabeça, é hora do peseiro começar. Somente nessa hora é que o peseiro deve completar o serviço que foi começado pelo cabeceiro. Se o fizer antes disso, a dupla será desclassificada. Essa falta é como carretão. Se o novilho for laçado somente por uma das patas traseiras, a dupla será penalizada em 05 segundos. As duplas de laçadores são avaliadas pelas médias de tempo obtidas nas provas classificatórias e na final, ficando a critério dos organizadores determinar o número de bois que cada dupla terá que laçar em todas as provas. Geralmente, serão de 03 a 05 bois para duplas amadoras, e de 06 a 08 bois para duplas profissionais. Um laçador somente poderá vencer se não errar nenhum boi. Por causa desta dificuldade, diversas inscrições são realizadas durante a competição, para aumentar as possibilidades. Também existem outras laçadas desclassificatórias; a serigola no chifre; a laçada no chifre ou cabeça em forma de oito; cruzar a laçada por si própria por duas vezes; se o laço estiver na boca do boi; laçada pela paleta.

Quais são as categorias para o Laço em Dupla?

Há vários tipos de competidores; aqueles com handicap de três e quatro são da categoria B; competidores com handicap de cinco, seis e sete são da categoria ª O handicap de cada competidor é definido pelo Comitê de Rodeio Cronometrado da FNRC no momento de sua afiliação à entidade e é valido para toda a temporada, podendo ser mudado na próxima temporada.

Quais são os tipos de gado para o Laço em Dupla?

Os bois devem ter no mínimo 15cm e no Maximo 30cm de chifre. O peso (vivo) dos bois deverá ser de no mínimo 200KG e no Maximo de 270KG. Em todo o gado usado na modalidade de laço em dupla deverá ser usado protetor de chifres.

Amigos do Fabricar, no esporte Team Roping


Cavalo de Qualidade

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No Espirito Santo – Serra, você encontra na Loja Rancho Bella Vista

Raça Quarto de Milha

A raça Quarto de Milha foi a primeira a ser desenvolvida na América. Ela surgiu nos Estados Unidos por volta do ano de 1600. Os primeiros animais que a originaram foram trazidos da Arábia e Turquia à América do Norte pelos exploradores e comerciantes espanhóis.

Os garanhões escolhidos eram cruzados com égüas que vieram da Inglaterra, em 1611. O cruzamento produziu cavalos compactos, com músculos fortes, podendo correr distâncias curtas mais rapidamente do que nenhuma outra raça.

Com a lida no campo, na desbravação do Oeste Norte-americano, o cavalo foi se especializando no trabalho com o gado. Nos finais de semana, os colonizadores divertiam-se, promovendo corridas nas ruas das vilas e pelas estradas dos campos, perto das plantações, com distância de um quarto de milha (402 metros), originando o nome do cavalo.

Foi fundada em 15 de março de 1940 a American Quarter Horse Association (AQHA), em College Station, Texas. Em 1946, a AQHA se transferiu para Amarillo, Texas, onde se encontra até hoje, tornando-se a maior associação de criadores do mundo, com cerca de 400 mil sócios e mais de 5 milhões de cavalos registrados, divididos em 43 países, representando 52% dos eqüinos em todo o mundo (dados até 31/12/2008).

Fonte: ABQM

Team Roping